Geral

Oficina de teatro, música e dança

 

A oficina visa o desenvolvimento de habilidades criativas e psicossociais dos alunos assistidos, abrindo espaço para o afloramento das inteligências múltiplas ou aptidões artísticas de cada um, percebendo a empatia - ou seja, a capacidade de se colocar no lugar do outro - como uma meta a ser buscada incessantemente, assim como o autoconhecimento, a autoestima, a autonomia, a assertividade, a capacidade de adaptação e resiliência e de resolução de conflitos com escuta, flexibilidade, respeito e harmonia,  tanto na esfera do indivíduo quanto na coletiva, enfatizando sempre o valor do trabalho em equipe e da função de cada um na engrenagem cênica.  

Através de jogos e exercícios dinâmicos com o cruzamento de experiências, narrações de histórias e encenações mesclando improvisações teatrais, pantomimas, interferências sonoras e musicais com performances dançantes, procuramos estimular o potencial comunicativo e expressivo dos alunos, bem como sua sensibilidade e percepção, consciência corporal e vocal no tempo e no espaço, alternando estilos de interpretação, padrões de deslocamento, intensidade, alcance, velocidade, fluxo e repetição de movimentos, construindo um vocabulário gestual, vocal, rítmico e imaginário crescente, gerando atmosferas e trajetórias infinitas, pesquisando as particularidades e idiossincrasias do ser humano, sondando juntos o universo imprevisível, imponderável e sublime que a Arte revela quando abordada com reverência e amor.

REFORÇO PEDAGÓGICO

 

Em um mundo de constante transformação tem se percebido cada vez mais que para alcançar o sucesso, o desenvolvimento como ser humano é preciso ir muito além dos conhecimentos cognitivos; é necessário ser capaz de resolver os problemas e desafios do dia a dia e, nesse sentido, desenvolver competências socioemocionais tem se mostrado cada vez mais importante.

A família e a escola são contextos fundamentais para o desenvolvimento humano, podendo contribuir para a promoção de competências socioemocionais.

Trabalhar os conceitos matemáticos, o processo de iniciação a alfabetização, como também, dá continuidade nesse processo mas, sem esquecer, a auto percepção de si e do outro, do mundo que o cerca, da experiência e situações trazidas por cada indivíduo e dos sentimentos que os preenchem.

Mostrar que educar não é unicamente instruí-los, mas prepará- los para estar no mundo, para compreender os diferentes, ser críticos e atuantes e tomar decisões, ajudando-o no seu dia a dia, seja no âmbito escolar, família e sociedade

Atuação do Setor de Psicologia

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    O objetivo do trabalho em nossa instituição tem como foco o deficiente intelectivo.  Sendo o Setor de Psicologia como uma referência inicial e suporte às demais áreas. A psicologia aplicada na instituição visa possibilitar ao assistido uma real condição de cidadão, através de um maior conhecimento de si, de suas potencialidades, de suas dificuldades, da ética, do respeito a normas e ao outro e do relacionamento saudável ou produtivo em diferentes contextos. Com este desenvolvimento podemos tentar alcançar as mudanças que se façam necessárias para o bem ser e viver no mundo e com o mundo a sua volta. Boaventura nos diz: “Temos o direito de ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito de ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades”. É o que buscamos realizar na instituição.

          No planejamento de ações a ser desenvolvida, a atenção a ser dada ao indivíduo, deve levar em conta as demandas específicas do ambiente na qual está inserido, a idade do mesmo, o grau e qualidade dos prejuízos que lhe acometem e os objetivos propostos. Pois, qualquer programa educacional de trabalho que busque ser eficaz, deve partir de um conhecimento real e amplo de cada pessoa bem como, do seu conjunto, com todas as suas necessidades, características e possibilidades do ambiente em que está inserido.

          As atividades do Setor de Psicologia compreende a seleção de candidatos, atendimentos de jovens e famílias, aplicação de testes psicológicos a nível de pesquisa, fechamentos de diagnósticos em  parceria com psiquiatria, esclarecimento/ orientação aos profissionais da instituição acerca das características das síndromes/ deficiências,  da conduta dos jovens e como se relacionar melhor com eles.

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  Nos atendimentos, consideramos o grau do déficit intelectivo, o grau de comprometimento nas várias áreas adaptativas, eventuais comorbidades, características familiares e os recursos institucionais. Bem como, dar esclarecimentos e orientações aos seus familiares no que concerne ao campo da psicologia. Para isso, serão utilizadas várias metodologias diferentes na

busca do melhor resultado a ser alcançado por cada um, na prática de sua vida cotidiana. 

           Como disse certa vez Rudolf Streiner, “nosso mais elevado ideal é a formação de seres livres, capazes de tomar seu destino em suas próprias mãos e imprimir propósito e direção às suas vidas”. Penso que todos os avanços e pesquisas em neuropsicologia, neurologia, genética e tecnologia em geral só serão efetivamente geradores de bom conhecimento se educar para a felicidade e levar em consideração a possibilidade do pleno desenvolvimento do ser humano em sua diversidade, sem se prender a comportamentos, modismos, ditaduras midiáticas e/ou interesses econômicos. O importante é prepará-los para que eles possam dar conta das demandas da vida adulta e para que vivam da maneira mais funcional e independente possível. Uma busca do desenvolvimento cada vez maior de suas habilidades sociais, potencialidades/ capacidades, a fim de que conheçam seus direitos e reconheçam seus deveres, em busca de uma qualidade de vida digna para todo e qualquer cidadão, buscando integrá-lo à sociedade. Assim, como preconiza o art. 1º da Lei 5.692: como elemento de autorrealização, preparação para o trabalho e para o exercício consciente da cidadania.

Atuação do Setor de Psicologia

 

    O objetivo do trabalho em nossa instituição tem como foco o deficiente intelectivo.  Sendo o Setor de Psicologia como uma referência inicial e suporte às demais áreas. A psicologia aplicada na instituição visa possibilitar ao assistido uma real condição de cidadão, através de um maior conhecimento de si, de suas potencialidades, de suas dificuldades, da ética, do respeito a normas e ao outro e do relacionamento saudável ou produtivo em diferentes contextos. Com este desenvolvimento podemos tentar alcançar as mudanças que se façam necessárias para o bem ser e viver no mundo e com o mundo a sua volta. Boaventura nos diz: “Temos o direito de ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito de ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades”. É o que buscamos realizar na instituição.

          No planejamento de ações a ser desenvolvida, a atenção a ser dada ao indivíduo, deve levar em conta as demandas específicas do ambiente na qual está inserido, a idade do mesmo, o grau e qualidade dos prejuízos que lhe acometem e os objetivos propostos. Pois, qualquer programa educacional de trabalho que busque ser eficaz, deve partir de um conhecimento real e amplo de cada pessoa bem como, do seu conjunto, com todas as suas necessidades, características e possibilidades do ambiente em que está inserido.

          As atividades do Setor de Psicologia compreende a seleção de candidatos, atendimentos de jovens e famílias, aplicação de testes psicológicos a nível de pesquisa, fechamentos de diagnósticos em  parceria com psiquiatria, esclarecimento/ orientação aos profissionais da instituição acerca das características das síndromes/ deficiências,  da conduta dos jovens e como se relacionar melhor com eles.

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  Nos atendimentos, consideramos o grau do déficit intelectivo, o grau de comprometimento nas várias áreas adaptativas, eventuais comorbidades, características familiares e os recursos institucionais. Bem como, dar esclarecimentos e orientações aos seus familiares no que concerne ao campo da psicologia. Para isso, serão utilizadas várias metodologias diferentes na

busca do melhor resultado a ser alcançado por cada um, na prática de sua vida cotidiana. 

           Como disse certa vez Rudolf Streiner, “nosso mais elevado ideal é a formação de seres livres, capazes de tomar seu destino em suas próprias mãos e imprimir propósito e direção às suas vidas”. Penso que todos os avanços e pesquisas em neuropsicologia, neurologia, genética e tecnologia em geral só serão efetivamente geradores de bom conhecimento se educar para a felicidade e levar em consideração a possibilidade do pleno desenvolvimento do ser humano em sua diversidade, sem se prender a comportamentos, modismos, ditaduras midiáticas e/ou interesses econômicos. O importante é prepará-los para que eles possam dar conta das demandas da vida adulta e para que vivam da maneira mais funcional e independente possível. Uma busca do desenvolvimento cada vez maior de suas habilidades sociais, potencialidades/ capacidades, a fim de que conheçam seus direitos e reconheçam seus deveres, em busca de uma qualidade de vida digna para todo e qualquer cidadão, buscando integrá-lo à sociedade. Assim, como preconiza o art. 1º da Lei 5.692: como elemento de autorrealização, preparação para o trabalho e para o exercício consciente da cidadania.

Fonoaudiologia

O objeto no setor de fonoaudiologia é participar do planejamento curricular, realizando atendimentos em grupos, duplas e no acompanhamento da saúde auditiva dos assistidos com exames anuais.

O enfoque principal é promover a semi-independência e independência de jovens e adultos deficientes intelectivos, com trabalhos realizados nas áreas, perceptocognitivas que favoreçam a fala; linguagem receptiva e expressiva e também na adequação das funções estomatognáticas (mastigação bilateral, deglutição e respiração) e higiene oral.

A fonoaudiologia também auxilia no trabalho da leitura e escrita, desenvolvendo conceitos básicos para o processo da alfabetização.

Tentando buscar uma melhor sustentabilidade e autonomia na comunicação oral dos assistidos, viu-se a necessidade de serem criados projetos que visam à interação efetiva da parceria como as famílias e a instituição.

É importante ressaltar que as experiências vividas pelo ser humano são de suma importância para o desenvolvimento da cognição e linguagem.    

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